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Primeiro Emprego


O primeiro emprego para muitos é um problema, pois hoje os locais que oferecem vagas de emprego exigem pessoas com experiência, e um jovem que ainda não teve o seu primeiro emprego, não tem essa experiência exigida, pois isso é uma coisa que não pode ser comprada ou achada, precisa ser adquirida com trabalho, com a aprendizagem do dia a dia em um emprego. O primeiro emprego é muito importante justamente devido a essa necessidade de ter experiência com o mercado de trabalho.

Pesquisando na internet achamos alguns links que dizem respeito ao assunto e que podem ser úteis aos jovens que procuram o primeiro emprego:
http://www.algosobre.com.br/carreira/como-conquistar-seu-primeiro-emprego.html
http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=4807
Também pesquisando encontramos um texto que nos chamou a atenção. O título era “O primeiro emprego, na terceira idade” e fala sobre empresas que estão investindo na contratação de idosos. Link da matéria:
http://portalsaber.com/artigo.asp?id=337

Como na nossa equipe nenhum de nós já teve o seu primeiro emprego, entrevistamos algumas pessoas e fizemos a elas a seguinte pergunta: Como você conseguiu seu primeiro emprego?
Eu nunca levei a sério o nervosismo do primeiro emprego. Aconteceu por um
acaso. Foi num curso sobre jornalismo esportivo no rádio. Aquilo dali era como
um aprendizado em que fui pra realmente aprender sem nenhuma segunda-
intenção. Aconteceu por acaso quando na última aula, meu professor disse que
estaria indicando nomes para a Rádio Grande Rio e um desses nomes foi o meu. O momento em que realmente fiquei nervoso foi quando eu fui chamado de fato pelo coordenador de esportes para ir até a rádio que ficava muito longe da minha casa, mais de 55 km de distância, mas mesmo assim fui, meti a cara e sem nenhuma restrição ou problema fui chamado. Era como se num dia eu estivesse sem emprego e no outro já estava empregado, tendo uma certa obrigação.” Luiz Felipe Andrade, Jornalista.

“Chega um momento na vida em que queremos ser independentes, ter nosso dinheiro sem pedir para pai e mãe. Por esse motivo desde cedo fiz pequenas ações que me rendiam algum dinheiro, algumas limpezas na casa de vizinhas, dormir na casa de uma senhora idosa quando seu marido viajava. Mas o primeiro emprego mesmo foi aos 16 anos em uma malharia, meu turno era o matutino com início às 5h e termino as 13h30min. Nesta época estava cursando o 2º ano do magistério no período noturno. Permaneci neste emprego por sete anos e somente no último ano da faculdade de Pedagogia foi que sai da malharia para lecionar, inicialmente para educação infantil e depois para séries iniciais. Os primeiros anos na malharia me ensinaram muito, principalmente sobre regras e horários a seguir. Aprendi a ouvir para depois me manifestar e principalmente a analisar muito o que os outros dizem, pois nem todos querem o nosso bem. O mercado de trabalho é competitivo e infelizmente tem pessoas que querem subir de cargo se aproveitando da inocência dos outros. Aprendi também que para conseguir algo é preciso muita força de vontade, determinação e um bom apoio familiar. Não desistir dos sonhos, as coisas podem ser difíceis, mas chega um momento que elas melhoram e os frutos a serem colhidos trarão alegria e satisfação de ter alcançado o ideal tão desejado.” Juliana Maciel Kuster, Assistente de Educação
Resumidamente explicando, para nós, o primeiro emprego é importante pois com ele adquirimos a experiência exigida e é através dele que entramos no mercado de trabalho.

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Sobrevivendo no mercado de trabalho

Quando se fala em ter uma profissão, todos querem trabalhar naquilo que gostam. Por exemplo, todo menino quer ser jogador de futebol e as meninas querem ser modelos. Cada um toma uma decisão importante na hora de escolher a profissão, mas nem sempre estão olhando para outros caminhos que podem ajudar a se dar bem no mercado de trabalho. Ninguém que trabalhar com algo que não goste, mas as vezes é o que precisa ser feito, pelo fato de que as profissões que todos pensam em ter, muitas vezes tem mais pessoas qualificadas que vagas disponíveis. Algumas pessoas sabem que não vão ter muita chance em uma profissão que tem mais pessoas do que vagas, mas mesmo assim tentam pelo fato de que aquilo é que faz com que se sintam bem. Abaixo, dois depoimentos de jovens que estão passando por este problema:

“Eu sempre sonhei em ser mecânico, sempre gostei de ver meu pai arrumando o carro, se sujando de graxa. Eu queria ser como meu pai. Mas, a partir de algumas pesquisas que fiz, não sei se terei grandes oportunidades de seguir este caminho, pois existem vários e vários mecânicos preenchendo as vagas ainda disponíveis. Acredito que isso pode mudar o rumo de minha vida, mas eu vou tentar seguir meu sonho, caso não funcione, sempre há uma segunda escolha.” (Marco De Castro)

“A vida nem sempre nos ajuda, parece que vai nos dar um castigo as vezes. Busquei na internet e em jornais, formas de resolver meu problema, ou vou atrás do meu sonho ou busco um caminho onde eu possa ter mais certeza de futuro garantido. Meu sonho sempre foi ser modelo. Sempre tive apoio de minha mãe, mas de meu pai nem tanto, ele acha que seguir este caminho é perda de tempo, pois não se torna uma modelo de um dia para o outro. Eu acho que vou buscar outra alternativa, apenas sei que em minha decisão terei apoio de meus pais. Ah, e sem esquecer, mesmo vendo que é difícil seguir uma carreira onde o mercado é competitivo, não se pode desistir, pois eu ainda vou tentar.” (Samantha Fonsecca)


Uma dica para quem procura uma boa profissão: Informática.


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Indústrias e seus benefícios


A modernidade da sociedade trouxe avanços em muitos aspectos, mas é preciso destacar os avanços existentes na indústria. As indústrias se modernizaram tecnologicamente deixando pra trás a forma rudimentar e braçal de trabalho. Essa modernização trouxe conseqüências tanto positivas quanto negativas. Como negativas apontamos a substituição da mãe de obra humana e a eliminação de algumas profissões. Como pontos positivos destacamos a formação pessoal buscando a capacitação para o domínio tecnológico, o surgimento de novas profissões e a especialização da mão de obra.

No Brasil hoje, as condições para existirem grandes indústrias são muito favoráveis, pois existe matéria prima em grande quantidade e diversidade, o que falta mesmo, é a mão de obra, é a capacitação e especialização dos brasileiros. Apesar dessa falta de trabalhadores, a cada dia uma nova indústria surge e gera milhares de novos empregos. Quem tem qualificação, tem praticamente um emprego garantido quando essas novas indústrias surgem, por isso, o segredo é buscar conhecer sobre a área industrial. Com a tecnologia existente hoje, quem pretende conseguir uma vaga na área industrial e se dar bem nela, precisa buscar conhecer a tecnologia, mexer com os equipamentos e máquinas que estão mais modernos a cada dia.

O carro chefe da área industrialização sempre foi a indústria têxtil, mas hoje, a área que mais vem abrindo vagas e necessitando de empregados é a área da construção civíl.

As 10 maiores indústrias por vendas no Brasil hoje são: Petrobrás, Vale, Volkswagen, Fiat, Ambev, General Motors, Bunge Alimentos, Braskem, Cargill e CSN.

Os principais critérios para a instalação de uma empresa em determinado lugar são:- Matéria prima abundante e barata;
- Mão de obra abundante e barata;
- Energia abundante e barata;
- Mercados consumidores;
- Infra estrutura;
- Vias de transporte e comunicações;
- Incentivos fiscais;
- Legislações fiscais, tributárias e ambientais amenas.

Achamos uma matéria na internet que fala que em Santa Catarina, as industrias fecharam o semestre com uma alta de 4,5% e abriu 9.673 vagas. Veja a matéria completa: http://www.cni.org.br/portal/main.jsp?lumPageId=4028809713F827B10113F884BF592E30&lumI=servicocorporativo.agenciaindustria.detAgenciaIndustria&itemId=FF80808129D8EF110129EACBB21E31F6

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Opções não faltam

A sociedade do conhecimento tem exigido que o indivíduo tenha uma formação cada vez mais integral e essa formação perpassa pela educação. A própria constituição brasileira contempla como função da escola o pleno desenvolvimento do ser humano, o exercício da cidadania e o preparo para o trabalho.
Neste sentido, há um esforço de toda a sociedade voltados a atender este princípio legal. A sociedade tem colocado a disposição dos cidadãos uma diversidade de cursos através de uma diversidade de instituições. Podemos afirmar que nunca houve tantas oportunidades de uma formação profissional. como agora. São muitas instituições, principalmente privadas oferecendo cursos em todas as áreas do conhecimento. Além da oferta, percebe-se uma facilitação do acesso aos do acesso aos cursos, sendo que muitos até já eliminaram o acesso através do vestibular.
Aqui na região de Ituporanga as opções estão crescendo a cada dia. Atualmente existem três instituições que fornecem cursos superiores e aproximadamente 4 escolas de cursos como informática básica, montagem e manutenção de computadores, web design, entre outros ligados a informática. Algumas dessas escolas também oferecem curso de inglês e espanhol. Na parte de cursos superiores, os mais procurados são na área de administração, educação e tecnologia. Quanto a essa diversidade existente na sociedade, vemos como aspectos positivo a diversidade de opções na hora de escolher o curso para a profissão que quer seguir, a facilidade de acesso, as condições de pagamento, a possibilidade de cursar na modalidade a distância. Não vemos aspectos negativos nessa diversidade.


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Curso Superior

A sociedade está em rápida transformação, o mundo organiza-se de forma global. Há uma enorme necessidade de homens e mulheres desenvolvidos em suas capacidades cognitivas para atender as necessidades dessa nova sociedade. Vivemos a era do conhecimento, neste sentido, é preciso cada vez estudar mais.
Também o mercado de trabalho encontra-se nesse movimento de transformação. Há uma enorme necessidade de se ter um curso superior, pois é isso que o mercado de trabalho está exigindo, um diploma e muito conhecimento.
O curso superior é necessário para a formação profissional, ela é uma forma de capacitação excelente, porque o conhecimento recebido nas Universidades é possibilidade de descobertas de habilidades, de pesquisa, de preparação de profissionais qualificados. Podemos afirmar que a formação em um curso superior possibilita competir numa sociedade onde há falta de empregos ou ainda ocupar novas profissôes e empregos que estão surgindo diante da transformação da sociedade do conhecimento e da tecnologia. Também é preciso ressaltar que há empregos que só poderão ser ocupados a partir do conhecimento adquirido nas Universidades. A profissionalização com curso superior resulta em bons cargos e bons salários, mas é claro, precisa também de muito esforço da parte de cada pessoa.
Temos abaixo, o depoimento da diretora de nossa escola, que é um verdadeiro exemplo para nós, pois uma faculdade fez a diferença em sua vida.


Sou Rozeli Benner Eger, pedagoga, fiz pós-graduação em Psicopedagogia e em Gestão Escolar. Estou na educação há 24 anos, sou a primeira mulher formada num curso superior da comunidade de Rio Antinhas, onde está inserida a E.E.B. Pref. Frederico Probst, da qual estou na função de diretora.
Comecei o curso superior em 1991 e tive que superar alguns princípios enraizados na comunidade e a principal delas é que não havia necessidade de se ter um curso superior, no caso da educação, o certificado do magistério era o suficiente. Para as pessoas, ensinar ler, escrever e fazer cálculos matemáticos era o suficiente para os alunos e o professor formado no antigo 2º grau dava conta dessas necessidades.
O curso de magistério muito me auxiliou na formação, mas não era o suficiente, algo me inquietava, pois através do gosto pelas leituras compreendia que era papel da educação uma formação integral e essa formação perpassava pela formação do professor. O curso superior viria complementar os conhecimentos tão necessários ao professor para que exerça com competência o seu papel. Como havia escolhido a profissão de educar estava consciente da necessidade de alcançar os objetivos de responsabilidade de cada educador. Superei o preconceito colocado na comunidade.
Outro aspecto determinante nessa decisão era a dificuldade de a cada ano conseguir aulas uma vez que tanto na escola pública ou se fazia concurso ou se inscrevia para um processo seletivo que o que determinava a classificação era os anos de serviço, uma vez que não havia pedagogos formados. Como era recém formada no magistério não tinha tempo de serviço e apenas era chamada para ministrar aulas quando era dada licença a algum professor.
Apaixonada pela educação venci o preconceito, fiz vestibular e todas as noites deixava minha casa para realizar meu sonho. É preciso ressaltar as dificuldades de locomoção pois dependia do horário de dois ônibus e ia todas as noites à Rio do Sul. Foram quatro anos chegando à meia noite, ou às vezes até mais tarde.
A partir do 2º ano de curso superior as coisas já eram diferentes, os anos estudados já contavam na pontuação e a minha classificação já me dava o direito de ser uma das primeiras. Depois de formada a garantia de aula era certa a cada início do ano letivo, sem contar as diferenças no salário.
O curso superior também possibilitou, através da apropriação do conhecimento, a segurança no momento do concurso público.
É preciso destacar que o curso superior além de preparar para a formação profissional, ele proporciona o desenvolvimento do ser humano em diversas competências.

Segue abaixo um exemplo em quadrinho:


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Curso técnico: o primeiro passo

Como falado na postagem anterior, o que falta no mercado de trabalho hoje, é a profissionalização, e para isso, existem duas opções: curso técnico e curso superior. A diferença entre o curso técnico e o superior, basicamente é a duração dele e o modo com que as aulas são dadas. No curso técnico, o foco principal é a pratica, com poucas aulas teóricas, e no final do curso, geralmente a escola que deu o curso já indica seus alunos para as empresas ou a empresa já busca nessas escolas pelos melhores alunos. No curso superior é aplicado mais conteúdo, aulas teóricas, e como é de maior duração, tem se um maior conhecimento e ainda tem a vantagem de que com o curso superior, a tendência é de salários bem maiores que os do curso técnico. O caminho mais rápido para se tornar um profissional qualificado é fazendo o curso técnico, pois a duração do curso é menor, e as aulas são mais práticas do que teóricas, e na maioria das vezes, o que conta mais é essa pratica que a pessoa já tem, pois com isso o trabalhador saberá lidar melhor com o trabalho escolhido.

Entrevistas com alunos do curso técnico:







Entrevista com professor:





Empresário que fez cursos técnicos:




Na disciplina de matemática os alunos do 3º ano do Ensino Médio realizaram uma pesquisa baseado no tema Formação técnica: garantia de emprego, com todos os alunos do Ensino Médio da E.E.B. Pref Frederico Probst. Com base na pesquisa pode-se observar que a maioria dos alunos concordou que com o certificado de um curso técnico garante-se o emprego de muitos jovens. Portanto a turma através de um debate discordou de alguns fatores e descreveram as seguintes opiniões: um jovem que conclui o curso técnico, geralmente não está preparado para entrar no mercado de trabalho, pois atualmente exige-se mais que um certificado. A experiência, o desempenho e o conhecimento geral são os principais indicadores para se conseguir emprego. Portanto é importante o jovem saber que é fundamental buscar o conhecimento através desses cursos técnicos e que mais importante é que ele busque além disso, outras habilidades. Gráfico da pesquisa:
Alunos registrando sua opinião sobre o assunto no mural:


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Profissionalização: a chave de tudo

http://4.bp.blogspot.com/_SXpdKyMlp9o/TB_WXCfSNHI/AAAAAAAAABQ/1bIVcJ1DIq8/s1600/fne_alerta_para_as_tendencias_do_mercado_de_trabalho_apos_a_crise_economica.jpg

O mercado de trabalho está cada dia crescendo mais, ficando mais amplo, competitivo e com mais vagas. Com toda a tecnologia existente hoje em dia e com o seu crescimento, não basta apenas ter uma vaga a ser preenchida, é preciso ter estudo, capacitação e dedicação. Apesar do aumento do número de vagas, as pessoas capacitadas ainda são poucas, o que dificulta o preenchimento das vagas e o aumento do número de desempregados. As oportunidades de emprego também são cada vez mais diversificadas, tendo vagas em todas as áreas e crescendo cada vez mais com bons salários e em alguns casos, até com benefícios pessoais para o empregado que ocupa aquela vaga, como plano de saúde, cestas básicas, entre outros.

Os empregos hoje necessitam que o trabalhador tenha um conhecimento avançado da tecnologia, que saiba mexer com máquinas, computadores e aparelhos cada vez mais modernos, e cabe a nós, jovens, tomarmos conhecimento dessa tecnologia, para que possamos estar aptos visando às necessidades do mercado.

A tecnologia também vem fazendo alguns profissionais praticamente desaparecerem, pois a mão de obra deles é substituída por máquinas, o que gera mais desempregos e muitas vezes essas pessoas desempregadas não atendem as necessidades impostas hoje pelo mercado de trabalho. Os profissionais de hoje também sofrem já que ao invés de buscarem uma profissão que lhes agradem, buscam por uma profissão com bom salário, com vantagens e benefícios, sem se importar se é a profissão que tanto desejaram um dia ou se é apenas uma profissão qualquer que proporciona uma vida melhor.
Pegamos a opinião de alguns professores do colégio sobre o tema:


“Atualmente estamos vivendo uma crise bastante elevada no mercado de trabalho. Os jovens quase não encontram emprego, principalmente o primeiro emprego. A urgência de um bom currículo é um requisito que dificulta o jovem de conseguir o emprego. Hoje o currículo e a experiência tornam-se o maior triunfo para o jovem conseguir o emprego. E quando consegue uma oportunidade, deve valorizá-la ao máximo, pois dali em diante seu crescimento depende de seu próprio esforço e dedicação.” ( Marli Bizarri)

“O mercado de trabalho, hoje, se encontra mais competitivo do que nunca. Profissões de vários tipos surgem enquanto outras desaparecem. Essas novas profissões que surgem exigem um grau cada vez maior de especialização, pois estão diretamente ligados a áreas de extrema tecnologia. Isso além de tornar o mercado mais competitivo, em virtude de ser uma área cada vez mais promissora, também torna o mercado de trabalho cada vez mais excludente, pois nem todos têm recursos para esta especialização.” ( Leonir Pedro Braun )

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